
domingo, maio 25
terça-feira, maio 20
SOLUÇÕES
Uma sugestão para ajudar a resolver dois problemas que afligem os automobilistas portugueses: os elevados preços dos carros e a sinistralidade. Como, perguntam vocês?!
Fácil, Certamente já reparam que as esmagadora maioria dos condutores não usa nem os espelhos retrovisores nem os sinal de mudança de direcção, vulgo pisca pisca. Ora, por um lado, se quem não usa tivesse a possibilidade de prescindir desses elementos, os seus carros ficariam mais baratos de produzir. É verdade que, numa única unidade, essa diferença não seria significativa, mas, multiplicando à escala mundial ( sim, apesar de estarmos entre os mais "ditraídos", a verdade é que os portugueses não possuem o exclusivo do condutor incompetente, longe disso), calculem as poupanças obtidas em dinheiro, matéria-prima, energia e emissões que esta prática poderia propocionar!
Por outro lado , sem espelhos retrovisores externos os carros melhoravam a sua performance aerodinâmica ( melhor cx e menor superfície frontal), contribuindo para reduzir consumos e emissões, sobretudo se voltarmos a aplicar a mesma escala global.
Sem piscas e sem espelhos, os carros também seriam mais leves, contribuindo com mais alguma coisa para a poupança e para a redução da agressão ambiental.
Mas, e a segurança? Aumenta, claro!
Actualmente, com todos os carros equipados com espelhos e piscas, todos nós somos levados a pensar que o condutor, efectivamente, os usa, facto que, em mais de dois terços das situações não se verifica, sendo nós supreendidos por uma súbita mudança de direcção sem aviso prévio, a qual, muitas vezes nos leva a executar manobras de recurso para evitar acidentes.
Ora ao sermos confrontados na estrada com um desses "novos-carros-sem-piscas-nem-espelhos", ficaríamos de imediato avisados do nível de condução do seu feliz proprietário e poderíamos, com todo o tempo necessário, tomar as medidas necessárias para contornar essa situação.
Será interessante lembrar que, verdadeiramente privados desses instrumentos que tendem a usar nas ocasiões mais impróprias , os condutores distraídos passariam a ter uma atitude menos confiante ( e os mecanismos do medo estão entre os melhores meios de preservação das espécies) inibindo-se de trocar de faixa inopinadamente, até porque seria visível para todos os outros qual o tipo de condutor que são.
Este estigma social até poderia fazer com que usassem menos o carro e recorressem com mais frequência à boleia ou aos transportes públicos, o que contribuiria para diminuir o congestionamento nas estradas, poupar energia e diminuir emissões.
Fantástico e ... muito simples!
Enfim, acordei deste meu sonho.....
Uma sugestão para ajudar a resolver dois problemas que afligem os automobilistas portugueses: os elevados preços dos carros e a sinistralidade. Como, perguntam vocês?!
Fácil, Certamente já reparam que as esmagadora maioria dos condutores não usa nem os espelhos retrovisores nem os sinal de mudança de direcção, vulgo pisca pisca. Ora, por um lado, se quem não usa tivesse a possibilidade de prescindir desses elementos, os seus carros ficariam mais baratos de produzir. É verdade que, numa única unidade, essa diferença não seria significativa, mas, multiplicando à escala mundial ( sim, apesar de estarmos entre os mais "ditraídos", a verdade é que os portugueses não possuem o exclusivo do condutor incompetente, longe disso), calculem as poupanças obtidas em dinheiro, matéria-prima, energia e emissões que esta prática poderia propocionar!
Por outro lado , sem espelhos retrovisores externos os carros melhoravam a sua performance aerodinâmica ( melhor cx e menor superfície frontal), contribuindo para reduzir consumos e emissões, sobretudo se voltarmos a aplicar a mesma escala global.
Sem piscas e sem espelhos, os carros também seriam mais leves, contribuindo com mais alguma coisa para a poupança e para a redução da agressão ambiental.
Mas, e a segurança? Aumenta, claro!
Actualmente, com todos os carros equipados com espelhos e piscas, todos nós somos levados a pensar que o condutor, efectivamente, os usa, facto que, em mais de dois terços das situações não se verifica, sendo nós supreendidos por uma súbita mudança de direcção sem aviso prévio, a qual, muitas vezes nos leva a executar manobras de recurso para evitar acidentes.
Ora ao sermos confrontados na estrada com um desses "novos-carros-sem-piscas-nem-espelhos", ficaríamos de imediato avisados do nível de condução do seu feliz proprietário e poderíamos, com todo o tempo necessário, tomar as medidas necessárias para contornar essa situação.
Será interessante lembrar que, verdadeiramente privados desses instrumentos que tendem a usar nas ocasiões mais impróprias , os condutores distraídos passariam a ter uma atitude menos confiante ( e os mecanismos do medo estão entre os melhores meios de preservação das espécies) inibindo-se de trocar de faixa inopinadamente, até porque seria visível para todos os outros qual o tipo de condutor que são.
Este estigma social até poderia fazer com que usassem menos o carro e recorressem com mais frequência à boleia ou aos transportes públicos, o que contribuiria para diminuir o congestionamento nas estradas, poupar energia e diminuir emissões.
Fantástico e ... muito simples!
Enfim, acordei deste meu sonho.....
terça-feira, maio 13
Balbúrdia...
A balbúrdia que por aqui anda!
Em 24h temos que tirar pelo menos 6 para dormir, 1 para nos higienizarmos, 1 para conduzir de cá para lá e depois de lá para cá, 2 para comer qualquer coisa, 4 para "aquilo" (que eu não faço por menos), 4 para trabalhar para os outros, 4 para trabalhar para mim, 2 para as falhas tipicas de planeamento.
Não sobrou tempo nem para escrever umas porcarias aqui!
A partir da semana que vem ja tenho os ombros leves, vamos lá ver se recupero tempo !
A balbúrdia que por aqui anda!
Em 24h temos que tirar pelo menos 6 para dormir, 1 para nos higienizarmos, 1 para conduzir de cá para lá e depois de lá para cá, 2 para comer qualquer coisa, 4 para "aquilo" (que eu não faço por menos), 4 para trabalhar para os outros, 4 para trabalhar para mim, 2 para as falhas tipicas de planeamento.
Não sobrou tempo nem para escrever umas porcarias aqui!
A partir da semana que vem ja tenho os ombros leves, vamos lá ver se recupero tempo !
sábado, maio 10
A fábula do urso e do caçador
Um caçador foi para o Alasca apanhar ursos. Depois de vários dias de espera, avistou um urso grande, apontou e abateu o animal.
Estava a pular de alegria, quando sentiu uma pacandinha nas costas. Era um urso maior ainda, sacundindo a cabeça em sinal de desaprovação.
- Não deverias ter feito isso - disse o urso -Mataste um dos meus semelhantes, e agora vais ter de pagar. Preferes morrer ou ser violado?
Diante das circunstâncias, o caçador escolheu a segunda alternativa, entregando-se ao animal. Sobreviveu, mas jurou vingança.
Um ano depois, voltou ao Alasca disposto a matar o urso que o violentara. Avistou-o, apontou a arma e abateu-o com um único tiro... Logo sentiu um pancadinha nas costas...
Era outro urso, muito maior do que o que ela tinha matado. O bicho repetiu o discurso anterior:
- Mataste um dos meus semelhantes e vais ter de pagar. Preferes morrer ou ser violado?
O caçador nem queria acreditar naquilo. A cena repetia-se ! Jurando vingança, entregou-se ao animal monstruoso.
No ano seguinte, sedento de desforra, voltou ao Alasca. Avistou o gigantesco urso, apontou e abateu o animal com um tiro certeiro.... E sentiu outra pancadinha nas costas. Era um urso descomunal, que disse:
- Diz a verdade, não vens aqui pra caçar , pois não?
Um caçador foi para o Alasca apanhar ursos. Depois de vários dias de espera, avistou um urso grande, apontou e abateu o animal.
Estava a pular de alegria, quando sentiu uma pacandinha nas costas. Era um urso maior ainda, sacundindo a cabeça em sinal de desaprovação.
- Não deverias ter feito isso - disse o urso -Mataste um dos meus semelhantes, e agora vais ter de pagar. Preferes morrer ou ser violado?
Diante das circunstâncias, o caçador escolheu a segunda alternativa, entregando-se ao animal. Sobreviveu, mas jurou vingança.
Um ano depois, voltou ao Alasca disposto a matar o urso que o violentara. Avistou-o, apontou a arma e abateu-o com um único tiro... Logo sentiu um pancadinha nas costas...
Era outro urso, muito maior do que o que ela tinha matado. O bicho repetiu o discurso anterior:
- Mataste um dos meus semelhantes e vais ter de pagar. Preferes morrer ou ser violado?
O caçador nem queria acreditar naquilo. A cena repetia-se ! Jurando vingança, entregou-se ao animal monstruoso.
No ano seguinte, sedento de desforra, voltou ao Alasca. Avistou o gigantesco urso, apontou e abateu o animal com um tiro certeiro.... E sentiu outra pancadinha nas costas. Era um urso descomunal, que disse:
- Diz a verdade, não vens aqui pra caçar , pois não?
domingo, maio 4
PSEUDA PARVOICE............
Quando a Protecção Civil decide lançar um alerta vermelho é bom que tenha consciência que está a meter os daltónicos num belo sarilho.
segunda-feira, abril 28
terça-feira, abril 22
sábado, abril 19
quarta-feira, abril 9
Uma esplanada é liberdadeO que me lembra uma esplanada ? Descanso?
Sol a bater na cara? ? Confusão aos pequenos almoços domingueiros?
Um café e um pastel de nata? Talvez tudo isso, mas estes locais significam muito mais. Uma esplanada é liberdade. A Liberdade que se sente por estar num espaço aberto. E já agora Liberdade porque estamos em Abril.
Afinal, numa esplanada podemos conversar com quem nos apetece, ler um livro que queremos e até espreguiçar-nos, ah pois, porque não ?!
segunda-feira, março 31
FLASH DE UM PENSAMENTOAcho que nunca estivemos tão sozinhos como hoje em dia.
Maquinizamos a comunicação em detrimento da proximidade física. Sabemos das pessoas, mas não as sentimos! Encurtamos as distâncias através da técnica, mas os afectos apenas se contentam com a proximidade, com o calor de todos os sentidos!
terça-feira, março 25
domingo, março 23
sábado, março 1
«Assim não vamos lá» é uma daquelas nossas expressões que não tem correspondência em nenhuma outra língua. É um exclusivo nacional, quer na forma como no conteúdo. Todos nós sabemos que «assim não vamos lá». Sabemos que o país está a correr mal e que, se as coisas continuarem «assim, não vamos lá». A situação não é nova e assim não temos ido lá há alguns séculos. Convém no entanto perceber esta obsessão portuguesa em «ir lá». Porque raio havemos de ir lá? E onde fica isso? Ninguém sabe. E o problema reside exactamente nisso: andamos meio perdidos há séculos porque assim não vamos lá, mas não fazemos a mínima ideia onde é que lá fica. Sabemos apenas que não é assim que lá chegamos. A questão fundamental consiste em saber por que diabo havemos de ir lá e não podemos ficar exactamente aqui. Talvez porque estejamos fartos de aqui estar.domingo, fevereiro 24
quarta-feira, fevereiro 20
segunda-feira, fevereiro 18
quarta-feira, fevereiro 13
CURIOSIDADES DO DOCE E TERNO 14 DE FEVEREIROO mês mais romântico do calendário surgiu, curiosamente, com um Imperador bélico e nada romântico.
O Dia dos Namorados tem a sua origem no século III, na cidade de Terni em Itália. O imperio Romano era governado, na época, por Cláudio II, o qual estava envolvido em diversas campanhas militares sangrentas e tinha dificuldade em recrutar novos soldados para as legiões romanas. Por considerar que a razão residia no facto dos homens não quererem abandonar as suas namoradas, esposas e amantes, o imperador proibiu todos os noivados e casamentos em Roma.
Contrariando essa ordem, Valentim , bispo de Terni, continuo a casar os jovens apaixonados. Quando o Imperador tomou conhecimento da celebração dessas cerimónias , ordenou a decapitação do bispo Valentim, facto que ocorreu a 14 de Fevereiro do ano 270 d.c.
O Dia dos Namorados tem a sua origem no século III, na cidade de Terni em Itália. O imperio Romano era governado, na época, por Cláudio II, o qual estava envolvido em diversas campanhas militares sangrentas e tinha dificuldade em recrutar novos soldados para as legiões romanas. Por considerar que a razão residia no facto dos homens não quererem abandonar as suas namoradas, esposas e amantes, o imperador proibiu todos os noivados e casamentos em Roma.
Contrariando essa ordem, Valentim , bispo de Terni, continuo a casar os jovens apaixonados. Quando o Imperador tomou conhecimento da celebração dessas cerimónias , ordenou a decapitação do bispo Valentim, facto que ocorreu a 14 de Fevereiro do ano 270 d.c.
domingo, fevereiro 10
segunda-feira, fevereiro 4
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