UMA QUESTÃO DE LÓGICA.
Não percebo esta mania dos Portugueses gastarem o dinheiro todo do fim de semana a jogar no Euromilhões...
Que tal juntarem essa massa toda e darem aqui ao rapaz????
É que assim era um Português de certeza a ganhar, chama-se a isso investimento meus amigos...
quarta-feira, outubro 31
quinta-feira, outubro 25
terça-feira, outubro 23
EMEL ganha prémio ..... não estou a gozar.
Quer dizer não foi bem a EMEL que ganhou o prémio, foi a Emparques. Mas como a Emparque tem contrato de prestações de serviços com EMEL , vai dar tudo ao mesmo.
Ora o dito prémio não foi ganho na categoria de Instituição-mais-odiada-mais come-o-nosso dinheiro-todo-mais-e ainda-já-te-partia-todo-ó-parquímetro-de-uma-figa. Não. O prémio foi atribuído pela EPA (não, a sigla, não quer dizer Eleição de Patranhas e Atrocidades), mas sim European Parking Association) e Lisboa pôde assim congratular-se de ter ganho esta distinção de categoria de "estacionamento à superfície ".
Sim senhor. Parabéns então à EMEL.
Nós por cá só gostamos dela porque nos ajuda a alivair o stress. Sempre que uma maquineta papa euros engole a moeda e não cospe o talão, a gente sempre descarrega os nervos, emurrando-a com vigor. Pensando bem, se calhar foi por isso que a empresa foi premiada. Uma espécie de quatro em um: ajuda a organizar o estacionamento, leva a massa ao cidadão. multa se passar um minuto da hora, e...ajuda a descomprimir.
As boas notícias nestas cooisas da EMEL é que a empresa está cada vez mais atenta aos sentimentos de, digamos desagrado que frequentemente desperta nos seus clientes. Ao que parece, desde que os fiscais começaram a multar as segundas filas o número de agressões aumentou e muito.
Daí segundo o jornal O Público, os senhores estejam a receber conselhos preciosos,como" evitar olhar condutores irados directamente nos olhos".
Portanto, já se sabe: se estiver sem moedas , um bom olhar esgazeado pode valer descontos.
Quer dizer não foi bem a EMEL que ganhou o prémio, foi a Emparques. Mas como a Emparque tem contrato de prestações de serviços com EMEL , vai dar tudo ao mesmo.
Ora o dito prémio não foi ganho na categoria de Instituição-mais-odiada-mais come-o-nosso dinheiro-todo-mais-e ainda-já-te-partia-todo-ó-parquímetro-de-uma-figa. Não. O prémio foi atribuído pela EPA (não, a sigla, não quer dizer Eleição de Patranhas e Atrocidades), mas sim European Parking Association) e Lisboa pôde assim congratular-se de ter ganho esta distinção de categoria de "estacionamento à superfície ".
Sim senhor. Parabéns então à EMEL.
Nós por cá só gostamos dela porque nos ajuda a alivair o stress. Sempre que uma maquineta papa euros engole a moeda e não cospe o talão, a gente sempre descarrega os nervos, emurrando-a com vigor. Pensando bem, se calhar foi por isso que a empresa foi premiada. Uma espécie de quatro em um: ajuda a organizar o estacionamento, leva a massa ao cidadão. multa se passar um minuto da hora, e...ajuda a descomprimir.
As boas notícias nestas cooisas da EMEL é que a empresa está cada vez mais atenta aos sentimentos de, digamos desagrado que frequentemente desperta nos seus clientes. Ao que parece, desde que os fiscais começaram a multar as segundas filas o número de agressões aumentou e muito.
Daí segundo o jornal O Público, os senhores estejam a receber conselhos preciosos,como" evitar olhar condutores irados directamente nos olhos".
Portanto, já se sabe: se estiver sem moedas , um bom olhar esgazeado pode valer descontos.
sexta-feira, outubro 19
quinta-feira, outubro 18
"Tive que colocá-lo no seu lugar! Afinal de contas como iria aprender a lição? Se pensa que vou ser amável está muito enganado! Sou boa pessoa, mas não sou parvo para que me digam o que quiserem”
Não é isso que geralmente pensamos ou dizemos quando estamos magoados com alguém? A nossa reacção é sempre imediata, esquecer simplesmente fora de cogitação, queremos corrigir a situação e, sem nos preocuparmos se pareceremos orgulhosos ou não, muitas vezes ignoramos a pessoa ou então tentamos fazer com que ela veja como estamos realmente aborrecidos por sua causa.
A esmagadora tendência e não admitirmos de como estamos a dar vazão ao orgulho. Trata-se de algo que apenas vemos apenas nas outras pessoas, mas nunca em nós.
Contudo, se analisarmos as causas dos nossos problemas de relacionamento, verificaremos que estas são bem parecidas com a definição de orgulho.
Geralmente, agimos com orgulho em relação aos problemas de relacionamento quer com amigos ou familiares.
Por ex , todas as vezes que tentamos provar algo a nosso respeito,estamos na verdade a tentar mostrar o quanto somos importantes. Se uma vendedora não nos dá atenção, reclamamos, porque somos clientes e por isso, muito importantes para sermos ignorados, se um amigo diz algo que não gostamos, passamos a evitá-lo por algum tempo para que ele possar entender como ficamos.
O orgulho é pernicioso. Por isso....
Quando olhamos nos olhos de um amigo que nos entristeceu ou magoou continuamos a tratá-lo com amizade, na verdade estamos a ensinar-lhe mais do que optássemos pela atitude de o evitar (orgulho). Embora possamos ficar aborrecidos preferimos ignonar o mal-entendido. Afinal de contas não temos de provar nada a ninguém ….. isto é auto-estima é ser superior ao orgulho.
Não é isso que geralmente pensamos ou dizemos quando estamos magoados com alguém? A nossa reacção é sempre imediata, esquecer simplesmente fora de cogitação, queremos corrigir a situação e, sem nos preocuparmos se pareceremos orgulhosos ou não, muitas vezes ignoramos a pessoa ou então tentamos fazer com que ela veja como estamos realmente aborrecidos por sua causa.
A esmagadora tendência e não admitirmos de como estamos a dar vazão ao orgulho. Trata-se de algo que apenas vemos apenas nas outras pessoas, mas nunca em nós.
Contudo, se analisarmos as causas dos nossos problemas de relacionamento, verificaremos que estas são bem parecidas com a definição de orgulho.
Geralmente, agimos com orgulho em relação aos problemas de relacionamento quer com amigos ou familiares.
Por ex , todas as vezes que tentamos provar algo a nosso respeito,estamos na verdade a tentar mostrar o quanto somos importantes. Se uma vendedora não nos dá atenção, reclamamos, porque somos clientes e por isso, muito importantes para sermos ignorados, se um amigo diz algo que não gostamos, passamos a evitá-lo por algum tempo para que ele possar entender como ficamos.
O orgulho é pernicioso. Por isso....
Quando olhamos nos olhos de um amigo que nos entristeceu ou magoou continuamos a tratá-lo com amizade, na verdade estamos a ensinar-lhe mais do que optássemos pela atitude de o evitar (orgulho). Embora possamos ficar aborrecidos preferimos ignonar o mal-entendido. Afinal de contas não temos de provar nada a ninguém ….. isto é auto-estima é ser superior ao orgulho.
segunda-feira, outubro 15
terça-feira, outubro 9
Conto Medieval
O Rei Artur estava pronto para ir para as Cruzadas.
Antes de partir, vai ver o mago Merlin e pede-lhe para fabricar o melhor cinto de castidade que pudesse. Isso para que nenhum cavaleiro atentar contra a virtude de sua linda esposa. No dia seguinte, Merlin volta com um cinto, que contrariamente a todas as expectativas do Rei Artur, possui um buraco exactamente onde não deveria ter...
Merlin!!! - berra o Rei - Estás a gozar comigo?
Observe, Majestade, - diz o Mago, mostrando uma pequena guilhotina com uma lâmina afiada - ela funciona assim que se introduz algo no buraco...
Excelente! Realmente excelente. Traga-me a Rainha, para que possamos instalar a geringonça!
Três anos depois, Artur volta das Cruzadas. Ao chegar a Camelot, convoca todos os cavaleiros:
Vamos lá! Baixem as calças, é o exame médico!Todos os cavaleiros alinham-se em frente ao Rei e baixam as calças. Para horror e estupefação do Rei, todos estão amputados!!!Todos, execto o fiel Lancelot. O Rei, vendo que seu fiel amigo não o traiu, agarra-o pelos ombros e diz:
Lancelot, estou orgulhoso de ti! Enquanto nenhum dos outros resistiu à tentação de dormir com a Rainha, conseguiste domar os teus impulsos. Por isso, concedo-te o que quiseres. Faz a tua escolha. Lancelot ficou mudo...
Que foi, Lancelot? Perdeste a língua?!
O Rei Artur estava pronto para ir para as Cruzadas.
Antes de partir, vai ver o mago Merlin e pede-lhe para fabricar o melhor cinto de castidade que pudesse. Isso para que nenhum cavaleiro atentar contra a virtude de sua linda esposa. No dia seguinte, Merlin volta com um cinto, que contrariamente a todas as expectativas do Rei Artur, possui um buraco exactamente onde não deveria ter...
Merlin!!! - berra o Rei - Estás a gozar comigo?
Observe, Majestade, - diz o Mago, mostrando uma pequena guilhotina com uma lâmina afiada - ela funciona assim que se introduz algo no buraco...
Excelente! Realmente excelente. Traga-me a Rainha, para que possamos instalar a geringonça!
Três anos depois, Artur volta das Cruzadas. Ao chegar a Camelot, convoca todos os cavaleiros:
Vamos lá! Baixem as calças, é o exame médico!Todos os cavaleiros alinham-se em frente ao Rei e baixam as calças. Para horror e estupefação do Rei, todos estão amputados!!!Todos, execto o fiel Lancelot. O Rei, vendo que seu fiel amigo não o traiu, agarra-o pelos ombros e diz:
Lancelot, estou orgulhoso de ti! Enquanto nenhum dos outros resistiu à tentação de dormir com a Rainha, conseguiste domar os teus impulsos. Por isso, concedo-te o que quiseres. Faz a tua escolha. Lancelot ficou mudo...
Que foi, Lancelot? Perdeste a língua?!
segunda-feira, outubro 8
quinta-feira, outubro 4
As vezes......
"As vezes é necessário parar de repente, sem dar-mos explicações, fugir do nada que nos envolve em busca do tudo que nos absorve!
As vezes é bom parar, parar sem sentido, parar sem destino, parar sem saber o futuro, parar por parar...
E assim foi! Fi-lo porque me sentia cansado precisava refletir, precisava de satisfazer necessidades de egocentrismo, de me aperceber do meu eu e de tudo o que o constroi aos poucos para se tornar mais forte...!
Voltaria assim que tivesse a consciencialização da saudade, das palavras, do sentido nunca achado, de um fogo que nunca se apaga! "
"As vezes é necessário parar de repente, sem dar-mos explicações, fugir do nada que nos envolve em busca do tudo que nos absorve!
As vezes é bom parar, parar sem sentido, parar sem destino, parar sem saber o futuro, parar por parar...
E assim foi! Fi-lo porque me sentia cansado precisava refletir, precisava de satisfazer necessidades de egocentrismo, de me aperceber do meu eu e de tudo o que o constroi aos poucos para se tornar mais forte...!
Voltaria assim que tivesse a consciencialização da saudade, das palavras, do sentido nunca achado, de um fogo que nunca se apaga! "
quarta-feira, outubro 3
terça-feira, setembro 25
A maça da Eva ou a Eva da maça ou o Adão e Eva ou.... Adão a Eva e... porque a maça.....
Se há por aí história mal contada é aquela de Adão e Eva no paraíso. Senão vejamos:
Deus cria o Homem e manda-o para o paraíso. Isto já de si é suspeito. Porque não o mandou para outro sítio qualquer? Porque não o mandou à merda? Nunca saberemos, mas o que é certo é que o Homem lá foi diligentemente para aquilo que Deus convencionou por paraíso.
Na realidade era um pardieiro vazio, sem interesse nenhum e completamente despovoado. Não fossem umas arvorezinhas aqui e ali e assemelhar-se-ia ao Alentejo profundo. Diz a história que Adão, farto de contar as árvores, que nem eram tantas como isso, meteu um requerimento a Deus para lhe arranjar companhia. Distraidamente Deus mandou-lhe uma ovelha e rapidamente descobriu o significado da contranatura.
Decidiu então fazer um truque com uma costela de Adão, criando dali uma companheira para o entediado mamífero. Chamou-lhe de Eva. Ainda hoje a ciência tenta perceber que conhecimentos de genética o tipo tinha para fazer um truque daqueles. A questão das roupas é insidiosa… se os gajos estão no paraíso porque diabo têm que usar parras a tapar-lhes a genitália? Armani e Prada seriam mais plausíveis, bolas! Afinal de contas que paraíso era aquele??
Depois vem outra parte incongruente: aquela em que Deus, num lampejo de autoridade tipo «quem manda aqui sou eu e vou inventar uma merda para vos deixar a matutar» decide embirrar com as maçãs e proibir Adão e Eva de as comer. Qual é o problema das laranjas? E das papaias? Porque não proibir as bananas? Ou toda a gama de frutos secos? É só incongruências…Chegamos então à parte da cobra que falava. Tudo bem. Eu até ter ouvido as declarações do J. J.( para os bens entendidos meia palavra basta), achava que as cobras não falavam, portanto isto até faz algum sentido no meio desta trapalhada toda. Mas a questão é que a cobra de Adão e Eva demonstra uma obsessão voyeurística qualquer por maçãs. Gosta de as ver serem comidas. Há gostos para tudo…Finalmente os gajos comem a maçã e Deus aparece para os expulsar do paraíso e não se fala mais nisso. Porquê? A história acaba aqui porquê? E a vida porca que eles levaram depois, com a obsessão insidiosa que Adão desenvolveu por ovelhas? Nem Sócrates contava tão mal uma história destas…
e depois a Eva ainda vem com esta pergunta:
Eva: "Adão, amas-me?"
Adão: "Não"!
Eva:(chorando) "Então porque fizeste amor comigo?"
Adão: "Helloooooooouuuu!!!!!!!!!!!!! Vês por aqui mais alguém?"
Se há por aí história mal contada é aquela de Adão e Eva no paraíso. Senão vejamos:
Deus cria o Homem e manda-o para o paraíso. Isto já de si é suspeito. Porque não o mandou para outro sítio qualquer? Porque não o mandou à merda? Nunca saberemos, mas o que é certo é que o Homem lá foi diligentemente para aquilo que Deus convencionou por paraíso.
Na realidade era um pardieiro vazio, sem interesse nenhum e completamente despovoado. Não fossem umas arvorezinhas aqui e ali e assemelhar-se-ia ao Alentejo profundo. Diz a história que Adão, farto de contar as árvores, que nem eram tantas como isso, meteu um requerimento a Deus para lhe arranjar companhia. Distraidamente Deus mandou-lhe uma ovelha e rapidamente descobriu o significado da contranatura.
Decidiu então fazer um truque com uma costela de Adão, criando dali uma companheira para o entediado mamífero. Chamou-lhe de Eva. Ainda hoje a ciência tenta perceber que conhecimentos de genética o tipo tinha para fazer um truque daqueles. A questão das roupas é insidiosa… se os gajos estão no paraíso porque diabo têm que usar parras a tapar-lhes a genitália? Armani e Prada seriam mais plausíveis, bolas! Afinal de contas que paraíso era aquele??
Depois vem outra parte incongruente: aquela em que Deus, num lampejo de autoridade tipo «quem manda aqui sou eu e vou inventar uma merda para vos deixar a matutar» decide embirrar com as maçãs e proibir Adão e Eva de as comer. Qual é o problema das laranjas? E das papaias? Porque não proibir as bananas? Ou toda a gama de frutos secos? É só incongruências…Chegamos então à parte da cobra que falava. Tudo bem. Eu até ter ouvido as declarações do J. J.( para os bens entendidos meia palavra basta), achava que as cobras não falavam, portanto isto até faz algum sentido no meio desta trapalhada toda. Mas a questão é que a cobra de Adão e Eva demonstra uma obsessão voyeurística qualquer por maçãs. Gosta de as ver serem comidas. Há gostos para tudo…Finalmente os gajos comem a maçã e Deus aparece para os expulsar do paraíso e não se fala mais nisso. Porquê? A história acaba aqui porquê? E a vida porca que eles levaram depois, com a obsessão insidiosa que Adão desenvolveu por ovelhas? Nem Sócrates contava tão mal uma história destas…
e depois a Eva ainda vem com esta pergunta:
Eva: "Adão, amas-me?"
Adão: "Não"!
Eva:(chorando) "Então porque fizeste amor comigo?"
Adão: "Helloooooooouuuu!!!!!!!!!!!!! Vês por aqui mais alguém?"
segunda-feira, setembro 24
quinta-feira, setembro 20
O mais pequeno conto de fadas
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma linda moça:
-Queres casar comigo?
Ela respondeu: - Não!
E o rapaz viveu feliz para sempre. Foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras miudas, visitou muitos lugares, estava sempre a sorrir e de bom humor. Nunca lhe faltava dinheiro, bebia cerveja com os amigos sempre que lhe dava vontade e ninguém mandava nele.
A moça teve celulite, varizes, os peitos caíram e ficou sozinha.
FIM!
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma linda moça:
-Queres casar comigo?
Ela respondeu: - Não!
E o rapaz viveu feliz para sempre. Foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras miudas, visitou muitos lugares, estava sempre a sorrir e de bom humor. Nunca lhe faltava dinheiro, bebia cerveja com os amigos sempre que lhe dava vontade e ninguém mandava nele.
A moça teve celulite, varizes, os peitos caíram e ficou sozinha.
FIM!
terça-feira, setembro 18
AS RELAÇÕES.....
.... são como as montanhas russas:
- tem-se vontade de entrar numa, apesar de ter algum receio;
- têm altos e baixos;
- quando sobem é devagarinho, mas quando descem é cá a uma velocidade;
- têm momentos de excitação e alguns de medo;
- Enquanto se está numa, pensa-se quando é que isto acaba, mas quando se sai temos alguma vontade de voltar a entrar.
.... são como as montanhas russas:
- tem-se vontade de entrar numa, apesar de ter algum receio;
- têm altos e baixos;
- quando sobem é devagarinho, mas quando descem é cá a uma velocidade;
- têm momentos de excitação e alguns de medo;
- Enquanto se está numa, pensa-se quando é que isto acaba, mas quando se sai temos alguma vontade de voltar a entrar.
sexta-feira, setembro 14
Do Japão
segunda-feira, setembro 10
Contos de fadas??
Era uma vez uma menina chamada Capuchinho Vermelho... Veio o lobo mau... E quase comia a rapariga.
Era uma vez três porquinhos que viviam na floresta... Veio o lobo mau... E não fosse um dos suínos, tinha-os comido.
Era uma vez um menino chamado Pedro... Veio o lobo mau... E se os caçadores não chegam a tempo, comia-o.
Era uma vez uma jovem pobre chamada Cinderela... Veio um príncipe abastado... E parece que a comeu mesmo.
Era uma vez uma empregada doméstica chamada Branca de Neve... Veio um príncipe encantado...E,segundo consta,comeu-a.
Era uma vez uma jovem muito bonita chamada Bela... Veio o monstro que também era príncipe... E julga-se que a terá comido.
Não acham as histórias para crianças um bocadinho repetitivas? Há sempre alguém a querer comer alguém!
(Depois não admira haver por aí tanto tarado...ehehehe)
Era uma vez uma menina chamada Capuchinho Vermelho... Veio o lobo mau... E quase comia a rapariga.
Era uma vez três porquinhos que viviam na floresta... Veio o lobo mau... E não fosse um dos suínos, tinha-os comido.
Era uma vez um menino chamado Pedro... Veio o lobo mau... E se os caçadores não chegam a tempo, comia-o.
Era uma vez uma jovem pobre chamada Cinderela... Veio um príncipe abastado... E parece que a comeu mesmo.
Era uma vez uma empregada doméstica chamada Branca de Neve... Veio um príncipe encantado...E,segundo consta,comeu-a.
Era uma vez uma jovem muito bonita chamada Bela... Veio o monstro que também era príncipe... E julga-se que a terá comido.
Não acham as histórias para crianças um bocadinho repetitivas? Há sempre alguém a querer comer alguém!
(Depois não admira haver por aí tanto tarado...ehehehe)
quarta-feira, setembro 5
O espermatozóide coxo
Num testículo algures morava um espermatozóide coxo cujo sonho era chegar a um óvulo. Nos momentos mágicos em que os portões se abrem e desata tudo a correr pénis a fora a tomar balanço para o grande salto para a vagina, o coxo coxeava o mais rápido que podia mas não conseguia saltar. E acabava por voltar absorto e cansado para o testículo.
Isto repetia-se ejaculação após ejaculação... Já o coxo tinha barbas brancas quando os outros resolveram - num gesto de camaradagem masculina - organizar-se para ajudar o companheiro a concretizar o sonho.
Esperaram atentos pelo momento mágico seguinte, e, quando os portões se abriram numa madrugada de Verão, correram histéricos levando o coxo em ombros na frente da multidão. O coxo, comovido até às lágrimas, lá ia aos solavancos finalmente em velocidade de salto. À medida que o salto se aproximava, quase explodia em felicidade!
Mas, assim que assomou à glande, a felicidade deu lugar ao pânico e gritou em vão aos outros:
"PAREM! PAREM! É cú! É cú!"...
Num testículo algures morava um espermatozóide coxo cujo sonho era chegar a um óvulo. Nos momentos mágicos em que os portões se abrem e desata tudo a correr pénis a fora a tomar balanço para o grande salto para a vagina, o coxo coxeava o mais rápido que podia mas não conseguia saltar. E acabava por voltar absorto e cansado para o testículo.
Isto repetia-se ejaculação após ejaculação... Já o coxo tinha barbas brancas quando os outros resolveram - num gesto de camaradagem masculina - organizar-se para ajudar o companheiro a concretizar o sonho.
Esperaram atentos pelo momento mágico seguinte, e, quando os portões se abriram numa madrugada de Verão, correram histéricos levando o coxo em ombros na frente da multidão. O coxo, comovido até às lágrimas, lá ia aos solavancos finalmente em velocidade de salto. À medida que o salto se aproximava, quase explodia em felicidade!
Mas, assim que assomou à glande, a felicidade deu lugar ao pânico e gritou em vão aos outros:
"PAREM! PAREM! É cú! É cú!"...
terça-feira, setembro 4
quinta-feira, agosto 30
Desproporção
Assassinei dois coelhos, a caminho de Algures. Aliás, um deles limitou-se a usar o meu carro para se suicidar, só o segundo é que foi assassinado.Passei-lhe por cima com o pneu enquanto ele estava momentaneamente cego pela luz dos meus faróis.
Já levemente traumatizado, evitei por um triz abreviar a vida a um terceiro que ziguezagueou pelo alcatrão a alguns centímetros do meu pára-choques. É esta a selvajaria que nos espera quando evitamos as auto-estradas: perfeitamente inadaptados no meio da natureza somos forçados à crueldade para chegar a casa. Andamos demasiado rápido, protegidos por uma carcaça demasiado severa para não deixar cadáveres para trás.
Assassinei dois coelhos, a caminho de Algures. Aliás, um deles limitou-se a usar o meu carro para se suicidar, só o segundo é que foi assassinado.Passei-lhe por cima com o pneu enquanto ele estava momentaneamente cego pela luz dos meus faróis.
Já levemente traumatizado, evitei por um triz abreviar a vida a um terceiro que ziguezagueou pelo alcatrão a alguns centímetros do meu pára-choques. É esta a selvajaria que nos espera quando evitamos as auto-estradas: perfeitamente inadaptados no meio da natureza somos forçados à crueldade para chegar a casa. Andamos demasiado rápido, protegidos por uma carcaça demasiado severa para não deixar cadáveres para trás.
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