quinta-feira, setembro 21
segunda-feira, setembro 18
quarta-feira, setembro 13
Uma pequena contribuição para a PAZ !
Um homem passeia tranquilamente por um parque em Nova York quando de repente vê um cachorro raivoso a ponto de atacar uma aterrorizada menina de 7 anos.
Os curiosos olham de longe, mas mortos de medo não fazem nada. O homem não hesita lança-se sobre o cachorro, toma-lhe a garganta e mata-o.
Um agente da policia que viu o ocorrido aproximasse, maravilhado, dizendo-lhe:
- Desculpe, você é um herói. Amanhã todos poderão ler na primeira página dos jornais: "Um valente Nova Yorkino salva a vida de uma menina.
" O homem responde:
- Obrigado, mas eu não sou de Nova York.
- Bom - diz o agente
- Então dirão: "Um valente americano salva a vida de uma menina."
- Mas é que eu não sou americano - insiste o homem.
- Bom, isso é o menos... E de onde é?
-Sou árabe - responde o Homem.
No dia seguinte os jornais publicam: "Terrorista árabe massacra de maneira selvagem um cachorro americano de pura raça, em plena luz do dia e em frente de uma menina de 7 anos que chorava aterrorizada."
Um homem passeia tranquilamente por um parque em Nova York quando de repente vê um cachorro raivoso a ponto de atacar uma aterrorizada menina de 7 anos.
Os curiosos olham de longe, mas mortos de medo não fazem nada. O homem não hesita lança-se sobre o cachorro, toma-lhe a garganta e mata-o.
Um agente da policia que viu o ocorrido aproximasse, maravilhado, dizendo-lhe:
- Desculpe, você é um herói. Amanhã todos poderão ler na primeira página dos jornais: "Um valente Nova Yorkino salva a vida de uma menina.
" O homem responde:
- Obrigado, mas eu não sou de Nova York.
- Bom - diz o agente
- Então dirão: "Um valente americano salva a vida de uma menina."
- Mas é que eu não sou americano - insiste o homem.
- Bom, isso é o menos... E de onde é?
-Sou árabe - responde o Homem.
No dia seguinte os jornais publicam: "Terrorista árabe massacra de maneira selvagem um cachorro americano de pura raça, em plena luz do dia e em frente de uma menina de 7 anos que chorava aterrorizada."
domingo, setembro 10
Há dias e dias.Há dias em que olhamos para trás com a ternura num olho e o desencanto noutro.
Há dias em que não temos a certeza do que queremos.
Há dias em que temos a certeza do que não queremos.
Há dias em que o futuro passa por nós à velocidade da luz.
Há dias em que o passado se senta à nossa frente.
Há dias em que é simultaneamente cedo e tarde demais.
Há dias que, sendo iguais a tantos outros, são diferentes e únicos.
Há dias fodidos.
Há dias em que se fez Trinta anos.
terça-feira, setembro 5
quinta-feira, agosto 31
sexta-feira, agosto 4
quinta-feira, agosto 3
Eu quis falar com a lua, quis saber quais eram os teus sonhos, quais eram as tuas historias, os teus desejos, as tuas memorias…quanto amor tinhas no coração, quanta pureza tinha a tua alma… Abracei-me a ela. E no confronto do seu calor ela sussurrou-me ao ouvido tudo o que queria saber .. Pedi-lhe para me ensinar a flutuar perto das nuvens, por entre o sol e o céu, mas ela não me ensinou, disse para eu aprender por mim! Que bastava sonhar para voar, percorrer céus, enfeitiçar o sol...... sim, era isso que eu queria... Voar por todo o lado, brincar com o vento com a minha sombra e apaixonar-me pela vida...
... Falei à lua dos meus sonhos, e perguntei se podia voar... A resposta não estava com ela, mas sim em mim! Será que os meus sonhos eram suficientes para eu voar? Chamei então uma borboleta... Pedi ajuda! Saltei de nuvem em nuvem até pendurei-me nos raios de sol... Tive medo... mas queria tanto voar!
terça-feira, agosto 1
quinta-feira, julho 27
terça-feira, julho 25
sexta-feira, julho 21
Reflexos
E seu eu voasse pela minha janela fora? e se eu dançasse ? E se eu escrevesse um texto esta noite?- se o fizesses de noite eu via-te reflectida na lua que fenómeno estranho e mágico acontece quando duas pessoas trocam olhares, através de palavras soltas, de signos inidentificáveis e de símbolos plenos de significado, rodeados por um silêncio ensurdecedor?
Sem verem a cor dos olhos, os gestos das mãos, o ondular do cabelo, o sorriso que se adivinha, vêem-se apenas reflexos...e vemo-nos então ao espelho. Reflexos de nós no outro. Reflexos do outro nos nossos lábios que dizem baixinho palavras indizíveis. Reflexos que pintamos com as cores da nossa alegria, com as sombras da nossa tristeza, com as luzes do nosso ser.
Fa-lo-ei de noite (se houver vento) e ver-me-ás reflectido na lua da tua janela
quinta-feira, julho 20
quarta-feira, julho 19
terça-feira, julho 18
Para Reflexão
O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China). Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss). Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego. Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes. Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de whisky (produced in Scotland), ligou a TV (Made in Indonésia) e... ...pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China). Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss). Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego. Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes. Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de whisky (produced in Scotland), ligou a TV (Made in Indonésia) e... ...pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...
sexta-feira, julho 14
quarta-feira, julho 12
terça-feira, julho 11
A intrusa
Sempre que ela chegava, era como se o mundo virasse de avesso, ela paralisava e não conseguia ser quem era. Era como se não pertencesse ali, sentia-se uma intrusa!
Ao entrar nesse novo mundo, queria descobri-lo, percorre-lo para poder usufruir todas as aventuras e lindas maravilhas que este visava. Assim como a própria “Alice” que quando avistou o coelho a correr, com um grande relógio de ouro na mão e a gritar: «Já vou atrasado!» cheia de curiosidade “Alice” seguiu-o.
A intrusa também queria explorar este mundo e relacionar-se com as restantes criaturas do mesmo grupo.
Mas por vezes sentia-se que se deparava num mundo sem sentido, onde as criaturas que lá habitavam falavam de forma enigmática, o que lhe era cada vez mais difícil não se sentir como uma alienígena. Ela queria entrar ali e fazer parte daquele mundo, mas era um pouco difícil uma vez que nenhum ser daquele mundo ainda por descobrir, parecia falar coisa com coisa.
A menina arranjou então um método de fuga, era como se ela se separasse de si própria, e recriava um mundo próprio, exacto, outro mundo! Mas desta vez um só dela, onde se abstraía de tudo e de todos e divagava percorrendo um universo de coisas visíveis e invisíveis.
Esta era a forma que ela tinha de sentir, que apesar de tudo, estivesse onde estivesse, ela ainda era ela, ela ainda existia algures, não interessa onde, com quem, mas existia, e a sua mente estava activa podendo se expressar, num mundo mental e sem palavras. Era também a sua forma de defesa para não sentir constantemente o desconforto da inadaptação, que lhe corrompia cada vez mais a alma, sempre que ela se encontrava naquela situação.
Ela tornou-se então um pequeno mundo, num universo cheio de estrelas cintilantes, mas, … que ela não conseguia alcançar e vice-versa.
A menina ia permanecendo assim uma incógnita sem querer ser descoberta, era um mundo estranho e intruso, que surgiu naquele universo, mas que ninguém o habitava, ninguém o descobria...
Ao entrar nesse novo mundo, queria descobri-lo, percorre-lo para poder usufruir todas as aventuras e lindas maravilhas que este visava. Assim como a própria “Alice” que quando avistou o coelho a correr, com um grande relógio de ouro na mão e a gritar: «Já vou atrasado!» cheia de curiosidade “Alice” seguiu-o.
A intrusa também queria explorar este mundo e relacionar-se com as restantes criaturas do mesmo grupo.
Mas por vezes sentia-se que se deparava num mundo sem sentido, onde as criaturas que lá habitavam falavam de forma enigmática, o que lhe era cada vez mais difícil não se sentir como uma alienígena. Ela queria entrar ali e fazer parte daquele mundo, mas era um pouco difícil uma vez que nenhum ser daquele mundo ainda por descobrir, parecia falar coisa com coisa.
A menina arranjou então um método de fuga, era como se ela se separasse de si própria, e recriava um mundo próprio, exacto, outro mundo! Mas desta vez um só dela, onde se abstraía de tudo e de todos e divagava percorrendo um universo de coisas visíveis e invisíveis.
Esta era a forma que ela tinha de sentir, que apesar de tudo, estivesse onde estivesse, ela ainda era ela, ela ainda existia algures, não interessa onde, com quem, mas existia, e a sua mente estava activa podendo se expressar, num mundo mental e sem palavras. Era também a sua forma de defesa para não sentir constantemente o desconforto da inadaptação, que lhe corrompia cada vez mais a alma, sempre que ela se encontrava naquela situação.
Ela tornou-se então um pequeno mundo, num universo cheio de estrelas cintilantes, mas, … que ela não conseguia alcançar e vice-versa.
A menina ia permanecendo assim uma incógnita sem querer ser descoberta, era um mundo estranho e intruso, que surgiu naquele universo, mas que ninguém o habitava, ninguém o descobria...
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